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Composição:
Madame Ralph
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Produção:
Luis Calil
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Mix/Master:
Luis Calil
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Baixo:
Luis Calil
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Bateria e percussão:
Luis Calil
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Guitarras:
Madame Ralph
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Órgão:
Luis Calil
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Flauta:
Luis Calil
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Sax:
Pedro Falcão
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Piano elétrico:
Luis Calil
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Vocais:
Madame Ralph
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Backing vocals:
Larissa Piris
Você não é o você que eu queria
Aversão à minha história na sua
Seu cheiro ruim é do passado em que eu olhei
Buraco fundo da fumaça em que eu pequei
Desculpa ser isso que eu sofri
Não quero ver o sentido colidir
Na bruma branca do que eu nego sentir
Sua versão triste e oprimida
Nao me salvou de saber ser carne crua
Recusarei a face podre que eu gestei
Elevo a minha culpa a astro-rei
Eu vou dizer e depois voltar atrás
Te prometer e tirar a sua paz
Na bruma branca do que eu deixei pra trás
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Composição:
Madame Ralph
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Baixo:
Luis Calil
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Bateria e percussão:
Luis Calil
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Clavinet:
Luis Calil
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Flauta:
Luis Calil
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Piano elétrico:
Luis Calil
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Vocais:
Madame Ralph
Tento conter
Coração no peito
Gás no ar da sala,
Tudo em mim quer desistir
Místico pneu
Esmaga e avança
A prisão do homem
é a pressa de fugir
Devo ceder
Mas tudo que eu sei
É muito pouco pra dizer
Se isso já me basta
Questionando revirando a casa
vibro em saber que seu casaco está aqui
Poesia de concreto aquelas
listas sem fim de coisas para fazer
Passarinhos contra o vidro agora
esquecem do horror que sempre dorme ali
Enfraquecer
Músculo e osso
Suporte de viver, tudo em mim quer esquecer
Vida passou
Peso da sacola rasga
Rugas na minha mão,
As coisas para fazer
levam tempo corpo, gosto e tônus;
Sua pena e torpor só me sufocam o ar
Levantando, resistindo à falta
Dor de saber que já não posso cantar
Cantar
Eu já não posso cantar
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Composição:
Madame Ralph
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Produção:
Luis Calil
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Mix/Master:
Luis Calil
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Baixo:
Luis Calil
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Bateria:
Luis Calil
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Guitarras e violão:
Madame Ralph
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Piano elétrico:
Luis Calil
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Vocais:
Madame Ralph
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Backing vocals:
Malu Rocha
Oh Hilda,
Como posso te entender?
O que devo adivinhar?
Me diga
Algo além dos olhos baixos
Não há nada a esconder
Oh, Hilda
Corra e não se enforque nas
amarras que eu mesmo fiz
Hilda
Você sempre esquece
tudo e por isso é tão feliz
Hilda
Volte sem saber o que é
que dorme nessa rua escura
Hilda
Me ensina
A jamais considerar
o que o outro vai pensar
Defina
Que o carinho é recompensa
E o dedo em riste é só amor
Oh, Hilda.
te perdoo pelo que você não sabe que fez
Hilda
Não se desespere tanto eu sempre volto outra vez
Hilda
Viva a justa castração e a memória da amizade pura.
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Composição:
Madame Ralph
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Produção:
Luis Calil
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Mix/Master:
Luis Calil
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Baixo:
Luis Calil
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Bateria:
Luis Calil
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Guitarras e violão:
Madame Ralph
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Órgão:
Luis Calil
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Synths:
Luis Calil
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Vocais:
Madame Ralph
Retire a certeza desse tom
Previna o devorar da infestação
Veja um rio de corpos inundar o salão
Espalhar solidão.
Preserve o sustento da raiz
Solto um pranto feito o sabiá sobre mim
Nada tenho como fim.
Disparo alarmes num corpo mental
Minha cabeça sofre virtual
Cinzas e flores caem no quintal
E tudo junto me faz passar mal
Quem dera me fizesse algo de bom
Sinto os meus apegos desfazendo no ar
Entre nós outro mar
Percebo escolhas tão acidentais
Me deparando com o que a maré traz
Lembro lugares tão fundamentais
Todos cenários, todos surreais
...desfazendo no ar
...entre nós outro mar
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Composição:
Madame Ralph
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Produção:
Luis Calil
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Mix/Master:
Luis Calil
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Baixo:
Luis Calil
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Bateria:
Luis Calil
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Guitarras e violão:
Madame Ralph
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Synths:
Luis Calil
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Vocais:
Madame Ralph
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Backing vocals:
Eduardo Nader, Malu Rocha, Cecilia do Val, Beatriz Klimeck, Luis Calil, Madame Ralph
Meu bem, não há poder
Que compense esconder a covardia
Soltei sem perceber
Minhas mãos das janelas e dos dias
Se a náusea é só do vem e vai
Não tenho porque reclamar
Meu rosto só te abstrai
Pra nenhum lugar
Não é inseguro estar sozinho
Nem nada demais temer o escuro
Não há porque dizer do meu definho
Sempre que puder dizer de mim
Hoje eu vi nascer o sol lá da sacada
E a sensação do tempo me tragou
Vivo tudo sem fazer discernimento
E eu nunca sei dizer o que sobrou
Eu sei, não tem clichê
Que sustente repetir tanto presente
Desculparanoiá
De esperar tanta coisa de um futuro
Meu tempo é pra fantasiar
Viver me fez querer demais
Meu bem onde é que você vai?
Vai sobrar lugar.
Recomendaram inventar algum caminho
E não olhar pra trás tempo demais
Como posso derrotar moinhos de vento
Sem Sancho, sem saber nada de mim?
Te deixei entre os lençóis na madrugada
O meu próprio movimento me arrastou
Vivo sem me esconder do sentimento
De nunca aceitar o que sobrou